Estado do Rio registrou 248 captações de órgãos e tecidos este ano
O
Programa Estadual de Transplante (PET), da Secretaria de Saúde, já
realizou 248 doações de órgãos e tecidos e está prestes a atingir a meta
do ano, que é de 250. O número é resultado do trabalho realizado por um
grupo de especialistas que atua antes das captações, para a manutenção
dos órgãos dos potenciais doadores. Entre os profissionais envolvidos
estão médicos e enfermeiros das três OPOs (Organizações de Procura de
Órgãos) do estado, criadas para descentralizar e aperfeiçoar os
procedimentos técnicos para as doações.
As OPOs funcionam em unidades de Saúde nos bairros da Usina, na Zona Norte do Rio, e no Humaitá, na Zona Sul, e no município de Itaperuna, abrangendo uma população de 8,5 milhões de pessoas. As organizações atuam em conjunto com as equipes do PET, como o grupo de Terapia Intensiva e a Coordenação Familiar, responsáveis pelo suporte clínico aos potenciais doadores e às famílias. Além de todo o trabalho pré-captação, as OPOS também são responsáveis pelo treinamento de pessoal nos hospitais de suas áreas.
Primeira Organização de Procura de Órgãos a ser instalada no estado, em fevereiro deste ano, a OPO Sul atende a cerca de 40 hospitais das zonas Sul e Oeste do Rio e de Niterói. “A equipe percorre diariamente as unidades para atender aos casos de morte encefálica. A organização realiza a abordagem familiar, a checagem de documentos e a manutenção do potencial doador”, explicou o coordenador da OPO Sul, Onofre Barros.
O guarda municipal Edson Costa foi um dos contemplados pelas OPOs. Ele recebeu um rim, doado pelo irmão.
– Depois da cirurgia, comecei uma nova vida. A iniciativa do governo estimula a doação – disse Edson.
As OPOs funcionam em unidades de Saúde nos bairros da Usina, na Zona Norte do Rio, e no Humaitá, na Zona Sul, e no município de Itaperuna, abrangendo uma população de 8,5 milhões de pessoas. As organizações atuam em conjunto com as equipes do PET, como o grupo de Terapia Intensiva e a Coordenação Familiar, responsáveis pelo suporte clínico aos potenciais doadores e às famílias. Além de todo o trabalho pré-captação, as OPOS também são responsáveis pelo treinamento de pessoal nos hospitais de suas áreas.
Primeira Organização de Procura de Órgãos a ser instalada no estado, em fevereiro deste ano, a OPO Sul atende a cerca de 40 hospitais das zonas Sul e Oeste do Rio e de Niterói. “A equipe percorre diariamente as unidades para atender aos casos de morte encefálica. A organização realiza a abordagem familiar, a checagem de documentos e a manutenção do potencial doador”, explicou o coordenador da OPO Sul, Onofre Barros.
O guarda municipal Edson Costa foi um dos contemplados pelas OPOs. Ele recebeu um rim, doado pelo irmão.
– Depois da cirurgia, comecei uma nova vida. A iniciativa do governo estimula a doação – disse Edson.
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